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Como escolher uma babá ideal

Sabemos o quanto é difícil a decisão de colocar uma pessoa que não conhecemos dentro de casa, mais angustiante ainda quando se trata em cuidar do nosso filho. Já compartilhei aqui sobre a minha experiência e decisão de ter uma ajudante em casa. Não foi uma tarefa fácil, mas hoje estou satisfeita e a Chloe ama. A Lorena também tem uma super ajudante, a Sandra. As crianças amam a titia e é o braço direito da casa.

Mas nem todo mundo tem essa sorte, não é mesmo? Se você está procurando uma ajudante e precisa de uma mãozinha, separamos 15 dicas para encontrar uma ajudante ideal. E hoje, convidamos a Thaise, do Casa Coach, empresa dedicada a seleciona com muito com profissionalismo, carinho e respeito empregados domésticos e babás, para te ajudar a escolher uma pessoa que ajudará a sua família!

Dica de mãe e profissional

“Como mãe, sei o quanto é angustiante e às vezes frustrante reconhecer a necessidade de ajuda profissional, e o quanto é desafiadora a decisão de contratar uma funcionária para delegar esta tarefa. Vou compartilhar a minha experiência pessoal, pois vejo que a maioria das mães que eu convivo passam pelos mesmos dilemas.

Quando tive meu primeiro filho, o Lorenzo, que hoje tem 8 anos, eu morava no interior de Santa Catarina, perto da minha família, então foi tudo bem mais fácil pois eu sabia que poderia contar com minha mãe, primas, amigas e até minha avó para cuidar dele depois da escola. Esse apoio era natural e valioso já que elas literalmente disputavam para ficar com ele enquanto eu trabalhava.

Quando mudei para São Paulo, em 2014, acompanhando meu marido, tive que repensar esta estrutura de apoio. Considerando meu desejo de ter outro filho, optei por dar uma pausa na carreira. Achei que naquele momento tinha que me dedicar à família, e não me arrependo. Foi a melhor decisão. Eu sempre gostei muito de tudo que fosse relacionado aos cuidados do lar, técnicas de organização e de limpeza, mesa posta, culinária, e me realizei por certo tempo me dedicando a isto.

Em 2015 tive a Rafaela, que está com 3 anos, e não preciso dizer o quanto a rotina se intensificou. Após 6 meses do nascimento dela, sem empregada doméstica e nem babá (tinha faxineira apenas duas vezes por semana), dei uma “surtada” e fui buscar ajuda terapêutica. Sim, precisei de terapia para aceitar que eu queria ser mais do que “mãe” e “esposa”, pois, por incrível que pareça, me sentia culpada por querer sair um pouco de casa, conversar com adultos, falar de política e economia e não de fraldas e mamadeiras.

Depois de quase um ano, comecei a planejar o retorno ao mercado de trabalho, ainda muito indecisa sobre o que e como fazer. Pela minha casa passaram algumas funcionárias, todas muito boas e, quando eu me dei conta, estava indicando babás e empregadas para todas as minhas vizinhas. Eu circulava com listas de nomes e telefones, ligava para as referências e anotava as minhas impressões sobre todas as profissionais.

Como minhas vizinhas adoravam as funcionárias que trabalhavam na minha casa, começaram a me pedir ajuda para encontrar e escolher boas profissionais, e eu fazia com o maior prazer do mundo. A partir disto, eu e a Eleonora, que já éramos amigas, começamos a pensar numa forma de unir o conhecimento, a experiência que ela tinha em gerenciamento de recursos humanos e esse desejo que de oferecer capacitação e profissionalizar o profissional do lar.

A escolha

Hoje, depois de muito estudo e muitas experiências vividas nas casas de clientes e amigas, nos sentimos seguras para recomendar profissionais, considerando em primeiro lugar, as necessidades e hábitos familiares. Nós, literalmente, entramos na vida das clientes e procuramos saber e entender ao máximo suas expectativas e o motivo de suas frustrações com antigas funcionárias.

Quando nos perguntam como selecionar uma boa profissional, não cansamos de dizer que a regra é: ter clareza do que você quer e do que você não quer, assim como quais aspectos você está disposta a relevar e/ou treinar.

É fundamental, contudo, que você observe além das habilidades e das experiências e faça uma análise um pouco mais profunda, buscando afinidades entre vocês! Se houve essa boa impressão inicial, a chance de dar certo é maior.

Além disso, procure entrar em contato por telefone com todos os antigos empregadores da profissional que você está contratando. Procure saber como era o dia a dia da casa (composição familiar), quais eram as funções que a funcionária exercia, se haviam aspectos que ela precisava melhorar e, principalmente, quais foram os motivos do desligamento. Assim você conhecerá com um pouco mais de precisão quem você está contratando, mas nunca esqueça que este é um ponto de vista de outra pessoa, com hábitos e expectativas diferentes, portanto, avalie com cuidado.

Ao final de todo o processo, você vai ver que nem sempre é tão difícil assim mas, se ainda assim encontrar dificuldades, saiba que pode contar conosco!

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Texto: Thaise, Casa Coach

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