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Gravidez Anembrionada

O blog normalmente conta histórias de mamães e famílias em momentos muito alegres e divertidos, mas sabemos que muitas mulheres têm o desejo imenso no coração de formar uma família e compartilhar seu amor com um serzinho que nasce de você, mas não conseguem. Já falamos aqui sobre as dificuldades durante a gravidez, auto estima, depressão pós parto, mas nunca contamos sobre a dor da perda.

Hoje vamos falar sobre a gravidez anembrionária (ou anembrionada).Você sabe o que é? “Ela acontece quando, ao fazer uma ultrassonografia, no primeiro trimestre da gravidez, o saco gestacional aparece vazio, sem embrião dentro. É o chamado “ovo cego”, ou seja, o óvulo fertilizado implantou-se no útero, mas o embrião não se desenvolveu.”

Esses dias recebemos o relato da Meiri contando seu relato com a gravidez anembrionada. Nos emocionamos de primeira e pedimos para ela compartilhar com a gente.
Talvez essa não seja a sua história, mas pode ser de alguém que você conheça ou já tenha ouvido falar. Se nunca ouviu, então aproveite para conhecer e compartilhar, assim ajudamos umas `as outras e nos tornamos fortes.

Com quase 10 anos de relacionamento, contando o namoro, noivado e um ano de casamento, que será comemorado no próximo dia 7 de outubro, resolvemos tentar nosso primeiro bebê. Estávamos tentando há aproximadamente uns 8 meses, mas com tantas preocupações, como trabalho, TCC e inúmeras outras coisas acontecendo ao mesmo tempo, eu não estava conseguindo engravidar. Confesso que todas as vezes que minha menstruação chegava eu entrava em desespero, ficava o período todo muito triste. Já tinha feito até promessa mas nada acontecia, até que entreguei o projeto final na faculdade, apresentei e tirei aquelas férias merecidas de tudo. Relaxei total, e nesse período que durou dois meses enfim tive a sensação que algo estranho estava acontecendo com meu corpo. Em Julho, minha menstruação só durou um dia, logo imaginei que poderia estar grávida; esperei dois dias e fiz um teste de farmácia, mas deu negativo. Mais uma decepção.

Agosto chegou, comecei a sentir as cólicas menstruais que sempre aparecem uma semana antes da bendita amiga de todos os meses, mas no dia 9 ela não apareceu, deu 10, 11, 12 e esperei até o dia 16 para criar coragem e fazer um teste. Estava com tanto medo, mas fui na farmácia. Eu queria aquele novo teste que te indica as semanas, sabe qual é? Mas o atendente me jogou logo a real: “moça, se você não estiver grávida, você vai gastar dinheiro atoa”. Realmente decidi comprar a canetinha mesmo! Confesso que até esse dia eu não sentia sintomas de gravidez algum, só uma infecção urinária muito chata, mas nada preocupante.

Fui para casa da minha sogra, tentei fazer xixi umas duas vezes mas não conseguia fazer uma quantidade boa para o teste, até que na terceira deu certo. Fiquei muito apreensiva, e então marcou os dois tracinhos!! Foi uma sensação inexplicável porque eu não tinha reação. Durante 6 MESES eu fiz esse teste e todas as vezes deram negativo, eu não soube reagir ao positivo. Saí do banheiro tremendo e liguei para o meu marido. Pensa numa pessoa feliz? A voz dele se enrolava, falava alto, quase gritando, me dizia “obrigado, obrigado”. Que momento!! Jamais irei esquecer.

No mesmo dia fizemos o HCG e deu positivo também, tirei uma foto do primeiro teste e ele enviou para todos os grupos do WhatsApp, estava explodindo de tanta emoção e alegria.

 

Se passaram duas semanas e eu comecei a sentir os sintomas. Com eles vieram alguns corrimentos, inicialmente de cor marrom claro, passou para o escuro, vermelho claro quase rosado, mas nada muito forte, porém na minha ideia de gravidez isso não deveria acontecer. Poxa, eu queria abandonar os absorventes.

Desde a descoberta eu fiz uma busca por obstetras boas na minha cidade, selecionei três e tentei marcar uma consulta, mas não sabia que era tão difícil marcar com uma ginecologista quando se tratava de bebês. Todas com as agendas lotadas, mas devido a esses corrimentos consegui marcar com uma médica enviada por Deus. Ela nunca mentiu ou omitiu qualquer possiblidade. Na minha primeira consulta, tudo parecia normal, eu estava uma grávida perfeita, transbordando saúde, mas sangramento na gravidez não é normal, é sinal de ALERTA!!

Ainda na consulta, me passou uma série de exames e solicitou uma ultra para confirmar a gravidez. Nas contas dela, naquele dia eu já estava de 6 semanas, contando com a última menstruação em Julho. Após sair do consultório, com o cartãozinho do pré-natal na mão, eu estava me sentindo a mãe do ano. Cheguei em casa já fazendo planos para o quartinho do bebê, olhando as roupinhas na internet, decoração, chá revelação e por aí vai. Até que senti algo muito estranho, eu estava fazendo xixi? Não, EU ESTAVA SANGRANDO, e muito!! Liguei para minha médica imediatamente e ela pediu para eu ir no pronto socorro se não parasse.

Felizmente parou, mas voltou no dia seguinte e não parou mais. Fui umas três vezes na emergência em apenas uma semana, mas com o útero fechado, os médicos não podem fazer muita coisa. Durante as primeiras semanas de gravidez, só com uma ultra endovaginal para saber se estava tudo bem. Chegou o grande dia do meu primeiro exame, meu coração não estava se aguentando dentro de mim, mas só ele que bateu muito naquele dia, não foi possível ouvir os batimentos do bebê nem ver a vesícula vitelina. No exame minha gestação estava de 4/5 semanas, embrião não visualizado. O médico, muito fofo e com toda paciência, explicou que com essa quantidade de semanas as vezes não dá para ouvir os batimentos, porém era bom verificar a possibilidade de ser uma gravidez anembrionada.

Meu marido logo foi pesquisar. Por outro lado, eu já não queria pensar nessa possibilidade. Eu sentia meu corpo mudando, meu bebê fazia parte de mim, já eram nós dois, sabe?! Voltamos para casa com uma tristeza tão forte, mas eu tinha muita esperança. Coloquei nas mãos de Deus e disse para mim mesma se não for para ser agora, que seja da vontade do Pai. Depois dessa ultra, outros sangramentos, outas idas ao pronto socorro e uma segunda ultrassom, dessa vez o exame acusou 6 semanas e 3 dias, mas só havia um saco gestacional vazio. Meu coração se despedaçou ali, então comecei a pesquisar o que era gravidez anembrionada.

Minha médica muito paciente me explicou que essa gestação é muito normal e natural, acontece com muitas mulheres e não existe prevenção nem medicamentos. Há uma fecundação, mas devido a muitos motivos naturais, o embrião não evolui, não se desenvolve e é chamado de ovo cego. Na internet têm milhares de informações, mas as vezes você se perde, principalmente com os depoimentos. Alguns te confortam, outros já te faz chorar mesmo antes de terminar de ler. É uma loucura, mas aí você vai percebendo que essa gestação realmente é comum e eu não fazia ideia; na verdade eu pensava que engravidar seria algo bem natural, rápido, mas tive uma surpresa depois que me casei. Nem tudo é como queremos, tudo tem seu momento.

Pois bem, após essa ultra, eu precisaria esperar por mais duas semanas para a confirmação do que já era óbvio, mesmo não querendo aceitar, mas eu estava bem tranquila, Deus acalmou meu coração, estava nas mãos dEle.

No domingo do dia 15, tive uma cólica intensa, nunca havia sentido aquela dor. Comecei a ter um sangramento contínuo e fui parar no hospital. A médica de plantão disse que não era nada, me passou um remédio na veia e me mandou ir para casa. Aquela consulta foi minha última esperança… Chegando em casa comecei a sangrar em grandes pedaços; eu já estava tendo corrimento bem persistente, mas esse era diferente. Eu estava ficando fraca, anêmica, ele não parava. Senti ali que estava abortando, mas minha família muito religiosa não queria acreditar, meu marido, tadinho, era o que mais tinha esperança. “Amor isso é sua menstruação do mês passado”, disse ele. Queria que fosse verdade, porém fiquei assim por mais três dias.

A última, uma semana de espera se encerrava, e lá estava eu indo para mais um exame. Confesso que eu já não tinha mais ânimo, estava nervosa, ansiosa, mas algo me dizia que não tinha mais bebê. Meu marido também já estava mais conformado, apesar que, por dentro, ele estava sofrendo muito. Era nosso sonho indo embora, sem ninguém poder fazer nada, mas Deus sabe das coisas. Enfim, meu saco gestacional já não existia mais, só tinha um pequeno líquido que eu já sinto descendo aos poucos, ainda tenho secreção, nada muito forte, podendo terminar só na próxima menstruação. Agora é seguir a vida normal e tentar nosso neném no próximo ano. Não perdemos a esperança, enquanto houver vidas que se amam, certamente serão geradas outras.”

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Citação: Baby Center

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21 comentários

  1. Qué relato fuerte! También tuve un embarazo ectopico, más fue todo de urgencia, y tres meses después me embarace de Giulia que ahora tiene 1a3m 🙂 Dios sabe porque permite que pasemos por esas situaciones, con toda seguridad el esta a tu lado para sostenerte y a su tiempo cumplir los deseos de tu corazón. Un abrazo grande!

  2. Passei por isso em minha família. Acompanhamos de perto a alegria a descoberta da gravidez e a tristeza de sabermos q era anembrionaria. Passados dois meses desde o aborto, minha cunhada descobriu que estava gravida novamente, e hoje Miguel ja fez um ano, uma criança perfeita, gostosa e super ativa! Deus nos abençoou!

  3. Passei poe isso… Mas no meu caso tive 3 Ga seguidas… Só na quarta tentativá que consegui realizar meu sonho de ter um bebê. Hoje ele tem 5 anos e é super saudável.

    1. Olá Cleiziane! Eu estou passando pelo mesmo caso que o seu, já é a terceira gravidez seguida sem embrião, gostaria de saber se você chegou a fazer algum tratamento ou exames para ter ideia do porque acontece isso. Confesso que estou com muito medo de tentar de novo e ter que passar por tudo isso pela quarta vez.

  4. Querida.. A nossa historia muito parecida tive tbém GA com 4 semanas.. Dificil mesmo!! Mas de pouco a pouco Deus vai nos dando forças. Tive o aborto no dia 20 de Outubro, passei pela curetagem e agora estou aguardando o resultado dos exames patologico. Força e Fé para tds Nós.

  5. É bastante doloroso, mas precisamos ser fortes e crer no melhor. Tive o AE sábado dia 18, cm 9 semanas de uma gestação anembrionaria. Tenho um filho de quase 4 anos e foi tudo lindo e perfeito. O que me faz crer que realmente as coisas não são no nosso tempo. Em breve estaremos com um baby em nosso ventre.

  6. Também tive uma gravidez assim agora depois d 6 meses estou grávida de novo mas muito preocupada com medo d ser igual a outra pois não sinto enjou .entrego nas mãos d Deus

  7. ” Gravidez anembrionaria” algo que nenhuma mulher gostaria de conhecê-lá, tão pouco vivência-lá. Infelizmente a vida lhe apresenta e você descobre o quanto ela é sofredora, e descobre ainda que o sofrimento físico é apenas uma parte disso, pois a mais densa e longa é a dor psicológica. Em uma gravidez muita desejada e superando várias situações no decorrer dela, chega o momento de você descobre que aquela “vida” não está com você. Como pode? Os hormônios já moldoram o seu corpo, a sua mente e a sua vida para ser mãe. E o seu médico ainda na dúvida pré escreve medicação e você vai pra casa aguardar um “milagre” naqueles dias que não passam para chegar a semana seguinte e as coisas mudarem, no entanto , elas não mudam e o diagnóstico persiste, enfim chegou a hora de decidir esperar um aborto espontâneo ou submeter-se ao procedimento. Mas como esperar? O sofrimento é insuportável, e as coisas não vão mudar. E logo decidimos pelo procedimento que lhe marcará com vivencias, lembranças, fatos e emoções que provavelmente carregaremos por toda a vida, hj carrego comigo essa sensação e a 25 dias tento supera-lá diariamente. Voltamos para a rotina, encontramos e perdemos as pessoas, as certezas, carinhos, respeito, lealdade e buscamos desesperadamente a coragem de recomeçar ou tentar de novo, também descobrimos nossos escudeiros fiéis, e onde o termo amor reside na sua vida. Sentimos sds do que éramos e passamos a residir em fragilidade nunca antes conhecida, mas seguimos acreditando que a cada dia você busca um lugar que é só seu e que futuramente você irá depositar tudo isso. A memória é um desafio a vencer que te carrega em fração de segundo para vivências que precisam ser superada, mas seguimos acreditando que a misericórdia de Deus lhe sustenta diariamente. Espero brevemente relatar o momento dessa superação de uma forma vitoriosa e saindo muito mais forte do que hoje. Mas hj gostaria de destacar não a dor física e sim a dor psicológica que muitas vezes não é compreendida ou compartalhida com quem realmente pode lhe ajudar..

      1. Bom meninas, minha história é bem parecida com a de vcs, tenho uma moça de 14 anos e outra de 9 anos, não esperava engravidar e descobri dia 27de janeiro que estava grávida, através de um exame de farmácia, liguei pra toda família, todos vibravam de alegria e ja tinha certeza que era meu Abner meu menino, onde fiz a ultra e meu GO não encontrou nada e me disse que estva muito cedo pra ver o embrião, então com 20 dias depois comecei um sangramento fui ate a maternidade e a GO falou que meu útero estava fechado mais era uma ameaça de aborto.
        Fui correndo fazer uma ultra pelvica e endo onde descobri a GA fiquei arrasada, meu psicológico a abalado, chorava muito,pois a emoção que senti dessa gestação parecia ser a primeira.
        Mais infelizmente meu bebê não veio a desenvolver o medico mw mandou pra casa, repouso total tomando varios medicamentos, e no dia 26 senti dores fortes contrações onde minha placenta expeliu, foi uma dor muito forte, fiquei com psicológico abalado, mais pedido força a Deus.
        Mais proximo ano com fé em Deus meu Abner vai chegat cheio de saúde.
        Força a todas meninas❤❤❤

  8. Como se despedir de um filho que não chegamos a carregar nos braços, mais que de nossos corações não saem jamais.

    No próximo dia 29/03 fará 2 anos que nos despedimos de nosso segundo filho. Foi uma gestação tão esperada por nós papais e para nossa filha. Era nosso sonho, um sonho compartilhado por nós três e iriamos viver aquela alegria… E vivemos intensamente a alegria de ter outro bebê por duas semanas, foram duas semanas de sonhos, de alegria e plenitude. Sonhamos com o nome, com o rostinho, com o quarto, a minha filha estava já imaginando como levaria seu irmãozinho para passear, brincar, ir a festinhas, sim para ela, é um menino. No fim da segunda semana, começou as nossas angustias, sangramento e dor. Não dor física, aquela dor da alma, que dilacera seu coração. Começamos consultas, exames, ultras… e no fim de 30 dias tivemos a certeza de que o nosso bebezinho havia parado de se desenvolver e não tínhamos mais o que fazer, somente esperar a natureza seguir seu curso.
    Doí, ainda doí demais não ter tido a chance de conhecer meu bebê, de não gerar mais essa vida, doí demais. Mais o Senhor está conosco sempre e nesses momentos, onde a dor aperta nossos corações, é quando mais me sinto nos braços do Pai.
    Hoje, o nosso bebezinho é uma estrelinha que brilha no céu por nós.
    Há dias que a saudade supera a dor e em outros que tudo que queria era ter o meu filho correndo pela casa com a irmã.
    Por muito tempo chorei… chorei, até o dia que meu marido olhos nos meus olhos e disse que aquele bebê precioso que não tivemos a chance de carregar no colo, não era menos filho nosso do que a nossa primeira menina e o que ele mais quer para os filhos é saúde e felicidade, e que ele estava tranquilo em saber que o nosso filho estava com Deus e por isso, muito saudável e feliz demais. Nesse momento a minha filha completou com uma fala que sempre digo a ela, ela pegou em minha mão, olhou nos meus olhos como o papai dela e me disse que eu precisava ser Forte e Corajosa… E é isso que procuro ser todos os dias Forte e Corajosa.

    Um abraço cheio de amor à todas as mamães!!!

    1. Oi boa tarde! Hoje tem 2 dias que perdi o meu bebê,, infelizmente tive uma gravidez inenbrionaria,, meu bebê não estava se desenvolvendo, sem batimentos cardíacos,, nossa meu mundo caiu, parece que meu coração gritava por socorro,, muito triste, meu esposo ficou desesperado, ainda estou me recuperando ,mais sempre me pego chorando pelo os cantos,, não consigo aceitar que meu bebezinho se foi!! No meu caso o bebezinho se desenvolveu até 6 semanas depois disso parou de se desenvolver,, correguei ele no meu ventre por 3 meses! As vezes penso que estou dormindo e tendo um pesadelo, que logo vou acordar e tudo isso vai passar,,

  9. Oi, tive uma gravidez anembrionada….
    Ja tenho um filho, então descobri a gravidez muito cedo, !
    Seios doloridos, enjoos e etc… Ai fiz o beta HCG e deu positivo, então fiquei super feliz, pq queria a gravidez, contei para meu marido e então resolvemos ir ao medico, ele então passou acido fólico pra mim ir tomando e também pediu uma ultra, pois eu não lembrava a data da minha ultima menstruação, e pela ultra dava pra saber. Fui la fiz a ultra e estava com 4 semanas mais não deu pra ver embrião. Mais o medico me explicou que so poderia ver embrião a partir da 6° semana, E pediu para eu retornar com duas semanas. Um dia antes do meu retorno comecei a ter um sangramento muito pouco, so percebia quando fazia xixi. Entao fui fazer a ultra, e ai não deu pra ver embrião, ele me disse q eu estava com uma gravidez anembrionaria. Fiquei sem saber direito o q era, fui mostrar a ultra para o meu medico ai ele disse para eu esperar mais uma semana e repetir a ultra para ter certeza, e passou uns remédios para eu tomar.
    So que comecei a sangrar muito, e com coágulos, voltei no meu medico e ele disse que eu tava tendo um aborto, e que se tratava mesmo de uma gravidez anembrionaria.
    Eu não fiquei abalada, porque eu sabia q não tinha bebe, e meu medico me explicou que nao era culpa minha, tipo, isso acontece muito, e uma fatalidade.

  10. sua historia é bem parecida com a minha muito triste tive uma gestação anebrionada em 2017 porem até hoje sofro com essa perda mais sei que tudo é no tempo de Deus, estou tentando novamente faz 4 meses estou muito ansiosa as vezes penso em desistir mais ta nas mãos do pai sei que no momento certo o senhor dara nossa vitoria tenha fé que tudo dára certo.bjus

  11. Que triste! Infelizmente hoje tem dois dias que perdi o meu bebê,, foi o momento mais triste prá mim e meu esposo, infelizmente tivemos uma gravidez inenbrionaria,,

  12. Super me identifiquei , sua história é linda igualzinho a minha sem tirar e nem por 😪 mais Deus sabe o que faz agora é só tentar de novo um nenenzinho 🙏

  13. Tive ontem este diagnóstico, estou grávida de 7 semanas, e ao contrário de você não tive nenhum sangramento, apenas cólicas doloridas, mas meu médico disse q era normal porque meu útero está crescendo. Então, como eu tinha enjoos, seios doloridos e apetite aumentado e nenhum sangramento, para mim estava tudo normal. Então ontem fui fazer minha primeira ultra com 7 semanas e o médico disse q não tinha embrião. Não sei explicar a sensação que senti, mas dá um vazio. Enfim, como não sangrei, tô rezando a Deus para este diagnóstico estar errado, e o embrião aparecer no próximo exame, antes de ser encaminhada a curetagem.

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Junia Lane